
Reza a história que todas as vozes incómodas são mais cedo ou mais tarde silenciadas. Todos temos presente o que aconteceu há 2008 anos.
Não me querendo comparar a Jesus, creio que é explicito que a Direcção da ISTCoop quis silenciar a voz da incómoda Presidente do Conselho Fiscal. Conseguiram exonerar a malvada incompetente, imprudente e ignorante! Compraram votos de familiares e amigos. Distorceram a realidade. Recusaram a apresentação de coisas tão simples quanto as fichas de inscrição de alguns cooperadores. Porque? Porque elas são provas cabais de que alguns deles entraram em condições desiguais neste malfadado processo. O Sr Jaques Abreu da Costa (vice presidente da cooperativa) foi admitido como cooperador na semana em que lhe foi ofertada uma viagem a Fez. O Sr Erik Caetano ganhou a mesma viagem exactamente no dia em que entrou como cooperador. Foi por certo uma promoção para angariação de novos cooperadores. Nenhum destes premiados senhores investiu um centimo na cooperativa. O Sr Jaques Abreu nem tão pouco pagou o capital social. Foi pago sob a forma de prestação de serviço. E que prestação de serviços: participação em almoços e eventos pagos pela ISTcoop. E mais a ISTcoop pagou ao Sr Jaques Abreu para ele promover o evento água Lusofona e arte Lusofona (exposição submersa Menelaw) . A ISTcoop “meteu água” e está a adornar! Os eventos pseudoculturais foram também financiados pela ISTcoop. A ISTcoop pagou almoços , cathering e até artigos de papelaria. Ou seja a ISTcoop pagou ao Sr Jaques Abreu para ele gastar as poupanças dos cooperadores em eventos de autopromoção. Uma verdadeira "pescadinha de rabo na boca". O Sr Erik Caetanho pagou as quotas e o capital social muitos meses após (>12) ter usufruido da exótica viagem. O Sr David Munir também foi premiado com a mesma viagem exótica sem que tenha pago, até à data, capital social ou quotas da cooperativa.
Eu, recém exonerada presidente do conselho fiscal, sou uma lingua viperina! Tudo isto estava orçamentado e aprovado pela AG ... orçamentado num orçamento inexistente!
Tudo isto seria de importância relativa caso não houvesse cooperadores há espera do reembolso das suas poupanças há vários meses. A lei prevê um ano para a devolução das poupanças. O cooperador Anton há cerca de 17 meses que espera a devolução das suas poupanças (uns trocos, que rondam uma soma ligeiramente inferior a 50 000 euros). A cooperadora Ana Guerra só desistuiu em Outubro. A pobre deu o voto de confiança à Direcção (Gonçalo Cadete, João Matela Luís, Jaques Abreu) que ontem se mostraram solidários. Esqueceu que estes mesmos senhores ao receberem o dinheiro duma nova cooperadora (Alexandra Delgado) o usaram não para a devolução aos cooperadores desistentes mas sim para se ressarcirem dos seus “merecidos” ordenados. Participar em almoçaradas, viagens a FEZ e outros actos pseudoculturais dá uma canseira misera! Worshops de audio acústica é algo extenuante dado o esforço necessário para a aplicação das poupanças dos cooperadores na aquisição de equipamentos de altafidelidade. É fantastico para a imagem social de qualquer um andar por aí a fazer caridade com as poupanças dos cooperadores. Por que não dar mais 2000 euros aos órfãos de Caála no Huambo? Nós vivemos no paraíso, não há orfãos nem qualquer outro tipo de carenciados na peninsula Ibérica! Nem há cooperadores da ISTcoop em desespero de causa por não terem para onde ir morar como por exemplo a Milena que há mais de uma década espera pela sonhada casinha. Se está sem casa problema seu diz o cooperador Paula Ferreira que faz parte do lote dos Intocáveis. Viva ao ar livre como fazem os órfãos em Caála! “Caála-te” imprudente Ana!
-“É que há verdades que devem ficar dentro da cooperativa! Diz o cooperador Jonas Rolo, mestre em Gestão e elemento do grupo dos intocáveis! Fiquei sem altafidelidade em minha casa por tua e só tua culpa. Sua viperina imprudente e desbocada e exonerada presidente do Conselho Fiscal!”
-“Contenta-te com a tua podre estrutura do casarão! Deleita-te com o vasto green circundante. Dislumbra-te com as verdejantes estalactites que brotam da placa do segundo piso. Vai pagar outra vez o fundo de contrução para nós gastarmos naquilo que nos apetecer, fazendo bypass ao fisco” (diz o cooperador Paulo Ferreira aos sete ventos).
Abuso de confiança?
Não! A Ana é que é uma imprudente viperina! (Porque será que esquecem sempre do Profª Doutora antes do meu nome, título ao qual tenho direito?)
Não vou gastar mais o meu latim para descrever os inúmeros ílicitos que encontrei no funcionamento desta cooperativa.
Estamos na cauda da Europa e não vamos sair de lá enquanto houver gente como o Prof Doutor Horácio Fernandes que enquanto presidente da mesa da AG diz desconhecer o que significa "ílicito".
Não vamos sair da cauda da Europa enquanto houver instituições reguladoras ligadas ao estado como o INscoop que acham que tudo se passa dentro da legalidade quando as situações anómalas são gritantes.
Não vamos sair da cauda da Europa enquanto um presidente dum Conselho Fiscal do que quer que seja é exonarado por ter participado à DGCI as suas suspeitas de incumprimento Fiscal.
Não vamos sair da cauda da Europa enquanto o presidente do Conselho Fiscal for exonerado por ter participado à Camaro dos Técnicos Oficiais de Contas o facto de suspeitar de contabilidade criativa. Isto sim foi um erro fatal porque a Fluxuactivo é detida pelo Dr Fernando Bento cooperador da ISTcoop e cunhado do Eng Gonçalo Cadete. Isto foi a assinatura da tua execução Ana Paula! A familia do presidente da Direcção faz parte do lote dos Intocáveis!
Não sairemos da cauda da Europa enquanto eu tiver de usar um Bolg, para alertar a quem de direito, para as excentricidades que ocorrem numa cooperativa de habitação!
HÁ POR AÍ ALGUÉM QUE NÃO HAJA COMO AUTISTA EM RELAÇÃO A ESTA MONSTRUOSIDADE?
Devemos chamar as coisas e as pessoas pelo nome correcto. Eu chamo-me Ana Paula. Ontem (5/6/08) fui exonerada do cargo de presidente do Conselho Fiscal da ISTcoop. Simplesmente dei voz à unanimidade do Conselho Fiscal. Continuo presente e ainda mais atenta! O risco de “pisar o risco” passou a ser acrescido!
Ana
Não me querendo comparar a Jesus, creio que é explicito que a Direcção da ISTCoop quis silenciar a voz da incómoda Presidente do Conselho Fiscal. Conseguiram exonerar a malvada incompetente, imprudente e ignorante! Compraram votos de familiares e amigos. Distorceram a realidade. Recusaram a apresentação de coisas tão simples quanto as fichas de inscrição de alguns cooperadores. Porque? Porque elas são provas cabais de que alguns deles entraram em condições desiguais neste malfadado processo. O Sr Jaques Abreu da Costa (vice presidente da cooperativa) foi admitido como cooperador na semana em que lhe foi ofertada uma viagem a Fez. O Sr Erik Caetano ganhou a mesma viagem exactamente no dia em que entrou como cooperador. Foi por certo uma promoção para angariação de novos cooperadores. Nenhum destes premiados senhores investiu um centimo na cooperativa. O Sr Jaques Abreu nem tão pouco pagou o capital social. Foi pago sob a forma de prestação de serviço. E que prestação de serviços: participação em almoços e eventos pagos pela ISTcoop. E mais a ISTcoop pagou ao Sr Jaques Abreu para ele promover o evento água Lusofona e arte Lusofona (exposição submersa Menelaw) . A ISTcoop “meteu água” e está a adornar! Os eventos pseudoculturais foram também financiados pela ISTcoop. A ISTcoop pagou almoços , cathering e até artigos de papelaria. Ou seja a ISTcoop pagou ao Sr Jaques Abreu para ele gastar as poupanças dos cooperadores em eventos de autopromoção. Uma verdadeira "pescadinha de rabo na boca". O Sr Erik Caetanho pagou as quotas e o capital social muitos meses após (>12) ter usufruido da exótica viagem. O Sr David Munir também foi premiado com a mesma viagem exótica sem que tenha pago, até à data, capital social ou quotas da cooperativa.
Eu, recém exonerada presidente do conselho fiscal, sou uma lingua viperina! Tudo isto estava orçamentado e aprovado pela AG ... orçamentado num orçamento inexistente!
Tudo isto seria de importância relativa caso não houvesse cooperadores há espera do reembolso das suas poupanças há vários meses. A lei prevê um ano para a devolução das poupanças. O cooperador Anton há cerca de 17 meses que espera a devolução das suas poupanças (uns trocos, que rondam uma soma ligeiramente inferior a 50 000 euros). A cooperadora Ana Guerra só desistuiu em Outubro. A pobre deu o voto de confiança à Direcção (Gonçalo Cadete, João Matela Luís, Jaques Abreu) que ontem se mostraram solidários. Esqueceu que estes mesmos senhores ao receberem o dinheiro duma nova cooperadora (Alexandra Delgado) o usaram não para a devolução aos cooperadores desistentes mas sim para se ressarcirem dos seus “merecidos” ordenados. Participar em almoçaradas, viagens a FEZ e outros actos pseudoculturais dá uma canseira misera! Worshops de audio acústica é algo extenuante dado o esforço necessário para a aplicação das poupanças dos cooperadores na aquisição de equipamentos de altafidelidade. É fantastico para a imagem social de qualquer um andar por aí a fazer caridade com as poupanças dos cooperadores. Por que não dar mais 2000 euros aos órfãos de Caála no Huambo? Nós vivemos no paraíso, não há orfãos nem qualquer outro tipo de carenciados na peninsula Ibérica! Nem há cooperadores da ISTcoop em desespero de causa por não terem para onde ir morar como por exemplo a Milena que há mais de uma década espera pela sonhada casinha. Se está sem casa problema seu diz o cooperador Paula Ferreira que faz parte do lote dos Intocáveis. Viva ao ar livre como fazem os órfãos em Caála! “Caála-te” imprudente Ana!
-“É que há verdades que devem ficar dentro da cooperativa! Diz o cooperador Jonas Rolo, mestre em Gestão e elemento do grupo dos intocáveis! Fiquei sem altafidelidade em minha casa por tua e só tua culpa. Sua viperina imprudente e desbocada e exonerada presidente do Conselho Fiscal!”
-“Contenta-te com a tua podre estrutura do casarão! Deleita-te com o vasto green circundante. Dislumbra-te com as verdejantes estalactites que brotam da placa do segundo piso. Vai pagar outra vez o fundo de contrução para nós gastarmos naquilo que nos apetecer, fazendo bypass ao fisco” (diz o cooperador Paulo Ferreira aos sete ventos).
Abuso de confiança?
Não! A Ana é que é uma imprudente viperina! (Porque será que esquecem sempre do Profª Doutora antes do meu nome, título ao qual tenho direito?)
Não vou gastar mais o meu latim para descrever os inúmeros ílicitos que encontrei no funcionamento desta cooperativa.
Estamos na cauda da Europa e não vamos sair de lá enquanto houver gente como o Prof Doutor Horácio Fernandes que enquanto presidente da mesa da AG diz desconhecer o que significa "ílicito".
Não vamos sair da cauda da Europa enquanto houver instituições reguladoras ligadas ao estado como o INscoop que acham que tudo se passa dentro da legalidade quando as situações anómalas são gritantes.
Não vamos sair da cauda da Europa enquanto um presidente dum Conselho Fiscal do que quer que seja é exonarado por ter participado à DGCI as suas suspeitas de incumprimento Fiscal.
Não vamos sair da cauda da Europa enquanto o presidente do Conselho Fiscal for exonerado por ter participado à Camaro dos Técnicos Oficiais de Contas o facto de suspeitar de contabilidade criativa. Isto sim foi um erro fatal porque a Fluxuactivo é detida pelo Dr Fernando Bento cooperador da ISTcoop e cunhado do Eng Gonçalo Cadete. Isto foi a assinatura da tua execução Ana Paula! A familia do presidente da Direcção faz parte do lote dos Intocáveis!
Não sairemos da cauda da Europa enquanto eu tiver de usar um Bolg, para alertar a quem de direito, para as excentricidades que ocorrem numa cooperativa de habitação!
HÁ POR AÍ ALGUÉM QUE NÃO HAJA COMO AUTISTA EM RELAÇÃO A ESTA MONSTRUOSIDADE?
Devemos chamar as coisas e as pessoas pelo nome correcto. Eu chamo-me Ana Paula. Ontem (5/6/08) fui exonerada do cargo de presidente do Conselho Fiscal da ISTcoop. Simplesmente dei voz à unanimidade do Conselho Fiscal. Continuo presente e ainda mais atenta! O risco de “pisar o risco” passou a ser acrescido!
Ana
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