QUEM ME EXPLICA A RELAÇÃO ENTRE OS "APERTOS ORÇAMENTAIS" E OS APARTADOS DOS CTT?
AGRADEÇO ANTECIPADAMENTE
Dois coices
terça-feira, 16 de setembro de 2008
4000 euros ? Vocês pagam ? Eu não !
Conta muito simples. Cerca de 200 000 euros que deveriam estar na reserva (fundo de construcção mais jóias) a dividir por 50 = 4000 euros !
Aqueles que acham que não precisam de ir às Assembleias que está tudo resolvido deviam ler o Código Cooperativo
Artigo 69.°
Reserva legal
1. É obrigatória a constituição de uma reserva legal destinada a cobrir eventuais perdas de exercício .
2. Revertem para esta reserva, segundo a proporção que for determinada nos estatutos ou, caso estes sejam omissos, pela assembleia geral, numa percentagem que não poderá ser inferior a cinco por cento:
a) As jóias;
b) Os excedentes anuais líquidos.
3. Estas reversões deixarão de ser obrigatórias desde que a reserva atinja um montante igual ao máximo do capital social atingido pela cooperativa.
4. Se os prejuízos do exercício forem superiores ao montante da reserva legal, a diferença poderá, por deliberação da assembleia geral, ser exigida aos cooperadores, proporcionalmente às operações realizadas por cada um deles, sendo a reserva legal reconstituída até ao nível anterior em que se encontrava.
------------------------------------------------------------
A reserva legal "desapareceu". Portanto aqueles que tiveram dinheiro investido, tenham cuidado, não vão à próxima Assembleia e vão ver quais são as decisões tomadas por amigos e familiares da direcção.
Por mim não tenho problema... a minha resposta é a do Zé Povinho
Aqueles que acham que não precisam de ir às Assembleias que está tudo resolvido deviam ler o Código Cooperativo
Artigo 69.°
Reserva legal
1. É obrigatória a constituição de uma reserva legal destinada a cobrir eventuais perdas de exercício .
2. Revertem para esta reserva, segundo a proporção que for determinada nos estatutos ou, caso estes sejam omissos, pela assembleia geral, numa percentagem que não poderá ser inferior a cinco por cento:
a) As jóias;
b) Os excedentes anuais líquidos.
3. Estas reversões deixarão de ser obrigatórias desde que a reserva atinja um montante igual ao máximo do capital social atingido pela cooperativa.
4. Se os prejuízos do exercício forem superiores ao montante da reserva legal, a diferença poderá, por deliberação da assembleia geral, ser exigida aos cooperadores, proporcionalmente às operações realizadas por cada um deles, sendo a reserva legal reconstituída até ao nível anterior em que se encontrava.
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A reserva legal "desapareceu". Portanto aqueles que tiveram dinheiro investido, tenham cuidado, não vão à próxima Assembleia e vão ver quais são as decisões tomadas por amigos e familiares da direcção.
Por mim não tenho problema... a minha resposta é a do Zé Povinho
Os mentirosos: Parte 2
Curiosa a mensagem recebida hoje pelos cooperadores da ISTCOOP
"Subject: ISTCOOP novo endereço postal
Caro(a) Cooperador(a),
Prevê-se para breve a realização das últimas escrituras e acordos de ocupação no
empreendimento das Colinas de Barcarena.
Assim sendo e com o objectivo de reduzir os custos operacionais da ISTCOOP,
informamos que o secretariado passará a funcionar em regime de teletrabalho,
mantendo-se os actuais contactos de telemóvel e de e-mail:
"
A situação de normaildade mantém-se. A tentativa de fazer crer que está tudo normal, é impressionante!
A razão é que não há dinheiro!
Podem gritar que há dinheiro, como garantiu na última Assembleia, o tesoureiro da ISTCOOP, mas a realidade é que não há ! Não há porque o gastaram ! Os mais de 150 000 euros de reservas que deviam existir não existem !
Agora também quero ver, de onde é que virá o dinheiro para pagar além das devoluções aos cooperadores que desistiram, as indemnizações devidas a uma funcionária que dedicou mais de 10 anos da sua vida à cooperativa. Quero ver se não lhe vão fazer uma proposta na tradição da Fixação/AEGIST em que ficaram a dever mais de um ano de salário e depois, para receber alguma coisa teve de assinar uma declaração a renunciar ao recurso a instâncias judiciais.
"Subject: ISTCOOP novo endereço postal
Caro(a) Cooperador(a),
Prevê-se para breve a realização das últimas escrituras e acordos de ocupação no
empreendimento das Colinas de Barcarena.
Assim sendo e com o objectivo de reduzir os custos operacionais da ISTCOOP,
informamos que o secretariado passará a funcionar em regime de teletrabalho,
mantendo-se os actuais contactos de telemóvel e de e-mail:
"
A situação de normaildade mantém-se. A tentativa de fazer crer que está tudo normal, é impressionante!
A razão é que não há dinheiro!
Podem gritar que há dinheiro, como garantiu na última Assembleia, o tesoureiro da ISTCOOP, mas a realidade é que não há ! Não há porque o gastaram ! Os mais de 150 000 euros de reservas que deviam existir não existem !
Agora também quero ver, de onde é que virá o dinheiro para pagar além das devoluções aos cooperadores que desistiram, as indemnizações devidas a uma funcionária que dedicou mais de 10 anos da sua vida à cooperativa. Quero ver se não lhe vão fazer uma proposta na tradição da Fixação/AEGIST em que ficaram a dever mais de um ano de salário e depois, para receber alguma coisa teve de assinar uma declaração a renunciar ao recurso a instâncias judiciais.
Em defesa da Unioeiras
Pode parecer estranho, mas não é ...
Apesar do meu descontentamento em relação a um projecto tão demorado, à construção da minha estrutura ter sido iniciada sem o meu conhecimento e mais um ou outro aspecto, nunca duvidei da honestidade e na boa vontade da Unioeiras, em particular do seu Presidente, Sr. António Sameiro, na resolução dos conflitos. É claro que ainda temos uma questãozinha de devolução de 30% do fundo de construção, mas se for necessário isso resolve-se em tribunal, mas também não é por isso que mudo a minha opinião ou que fico chateado em relação à Unioeiras.
Acontece que agora que a direcção se livrou da Presidente do Conselho Fiscal (isso é o que pensam, e para que duram descansados pelo menos a partir das 4 da madrugada, mas na realidade só triplicaram os problemas, porque a Presidente do CF é muito mais incómoda temporariamente fora do CF), agora a culpa de não haver dinheiro, deixou de ser da Presidente do CF e passou a ser da Unioeiras. Isto porque a Unioeiras não está a cobrar 10% do fundo de construção nas isoladas e nas bandas. Porque, não interessa se a construção demorou mais do que o previsto e os custos dispararam.
Muito bem, para não aumentar e alterar o valor que tinha sido apresentado aos cooperadores ou mesmo que figurava nos contratos promessa-compra-e-venda, o fundo de construção foi reduzido para contrabalançar o aumento de custos, sem prejuízo para os cooperadores. E portanto na minha perspectiva, o procedimento foi o correcto.
Ou acham que eu por exemplo, ia aceitar, um aumento de custos depois de ter feito a escritura 14 meses depois da construção estar concluída. E também para que é que a ISTCOOP queria o fundo de construção, que não é fundo de construção, é um proveito de uma relação com terceiros (vários emails, os balancetes o orçamento de 2008 provam-no). Queriam-no para quê ? Para ter de pagar impostos ou para dar donativos, pagar viagens a Marrocos ou a Angola, comprar aparelhagens topo de gama ou para remunerações aos seus membros, por fazerem não se sabe muito bem o quê (saber sabe-se) já que a relação entre a Unioeiras e a ISTCOOP é uma relação entre terceiros.
Porque o problema não é o que ISTCOOP vai receber, o problema é o que fez com o que recebeu (o que fez está mais do que descrito neste blog).
O problema não são o aumento de custos com as bandas, o problema é que gastaram o dinheiro da devolução dos cooperadores que desistiram e agora não há guito. O problema é que contaram com o ovo no cú da galinha e afinal era um galo. Mas, mesmo olhando para o ovo do galo que criaram, ainda não perceberam !
Resumindo e concluindo, a Unioeiras tem todo o meu apoio na manutenção dos custos, em particular, das moradias em banda. O que ninguém das bandas tolerará é que no final lhes seja apresentada uma conta superior.
Não há fundo de construção. Azar, a direcção que pague as dívidas aos cooperadores, com dinheiro das suas contas pessoais porque, foi lá que, maioritariamente, foi parar o fundo de construção já recebido.
Apesar do meu descontentamento em relação a um projecto tão demorado, à construção da minha estrutura ter sido iniciada sem o meu conhecimento e mais um ou outro aspecto, nunca duvidei da honestidade e na boa vontade da Unioeiras, em particular do seu Presidente, Sr. António Sameiro, na resolução dos conflitos. É claro que ainda temos uma questãozinha de devolução de 30% do fundo de construção, mas se for necessário isso resolve-se em tribunal, mas também não é por isso que mudo a minha opinião ou que fico chateado em relação à Unioeiras.
Acontece que agora que a direcção se livrou da Presidente do Conselho Fiscal (isso é o que pensam, e para que duram descansados pelo menos a partir das 4 da madrugada, mas na realidade só triplicaram os problemas, porque a Presidente do CF é muito mais incómoda temporariamente fora do CF), agora a culpa de não haver dinheiro, deixou de ser da Presidente do CF e passou a ser da Unioeiras. Isto porque a Unioeiras não está a cobrar 10% do fundo de construção nas isoladas e nas bandas. Porque, não interessa se a construção demorou mais do que o previsto e os custos dispararam.
Muito bem, para não aumentar e alterar o valor que tinha sido apresentado aos cooperadores ou mesmo que figurava nos contratos promessa-compra-e-venda, o fundo de construção foi reduzido para contrabalançar o aumento de custos, sem prejuízo para os cooperadores. E portanto na minha perspectiva, o procedimento foi o correcto.
Ou acham que eu por exemplo, ia aceitar, um aumento de custos depois de ter feito a escritura 14 meses depois da construção estar concluída. E também para que é que a ISTCOOP queria o fundo de construção, que não é fundo de construção, é um proveito de uma relação com terceiros (vários emails, os balancetes o orçamento de 2008 provam-no). Queriam-no para quê ? Para ter de pagar impostos ou para dar donativos, pagar viagens a Marrocos ou a Angola, comprar aparelhagens topo de gama ou para remunerações aos seus membros, por fazerem não se sabe muito bem o quê (saber sabe-se) já que a relação entre a Unioeiras e a ISTCOOP é uma relação entre terceiros.
Porque o problema não é o que ISTCOOP vai receber, o problema é o que fez com o que recebeu (o que fez está mais do que descrito neste blog).
O problema não são o aumento de custos com as bandas, o problema é que gastaram o dinheiro da devolução dos cooperadores que desistiram e agora não há guito. O problema é que contaram com o ovo no cú da galinha e afinal era um galo. Mas, mesmo olhando para o ovo do galo que criaram, ainda não perceberam !
Resumindo e concluindo, a Unioeiras tem todo o meu apoio na manutenção dos custos, em particular, das moradias em banda. O que ninguém das bandas tolerará é que no final lhes seja apresentada uma conta superior.
Não há fundo de construção. Azar, a direcção que pague as dívidas aos cooperadores, com dinheiro das suas contas pessoais porque, foi lá que, maioritariamente, foi parar o fundo de construção já recebido.
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Unioeiras
Onde está a acta ?
Em Maio de 68, uma personagem ficou célebre ao enfrentar a polícia, naquele que foi um dos acontecimentos históricos mais marcantes do Maio de 68:
Dainel Cohen-Bendit "O Ruivo"

A história repetiu-se 40 anos depois em Maio de 2008. Modéstia à parte foi um prazer saber que tinham sido contratados seguranças da Prosegur, para me impedirem o acesso numa Assembleia da ISTCOOP. Contratados pela direcção com conhecimento da Mesa ou pelo menos do seu Presidente Horácio Fernandes.
Foi um prazer, que eu o "João da Ruiva" me tivesse encontrado numa situação idêntica ao "Daniel o Ruivo".
O argumento dado foi muito interessante, que eu tinha feito ameaças à direcção. Até hoje ninguém explicou quais eram essas ameaças.
É claro que eu sei quais são: burla, administração danosa, abuso de poder, abuso de confiança, etc. Que já estão no DIAP e na PJ.
Sim porque não adianta contratarem seguranças, porque eu vou continuar a dizer que os membros da direcção desbarataram ou antes roubaram mais de 200 000 euros. E não usaram apenas o fundo de construção que sempre souberam, apesar dos artifícios pseudo-legais, que não poderiam usar. Roubaram também o dinheiro da devolução do Anton e da Ana Guerra, porque esse dinheiro que foi devolvido pela Unioeiras era destinado a devolver aos cooperadores e não a pagar remunerações, donativos e despesas absurdas.
A mim ninguém me cala e o que eu quero saber é que actas é que já foram distribuídas aos cooperadores desde 2004. Aquelas que não convém que ninguém tenha conhecimento! Mas não se preocupem se não as distribuírem eu próprio as coloco aqui neste blog. Porque o direito à informação é um direito da Constituição da República e também do Código Cooperativo.
A propósito onde está a acta da Assembleia em que foram contratados seguranças para me impedirem a entrada e também para intimidar a Presidente do Conselho Fiscal. Onde está essa acta? Sabem que obstrução à justiça é crime ?
Como vários meses depois, a acta ainda não apareceu, apareci eu para denunciar mais uns ilicitozinhos...
Dainel Cohen-Bendit "O Ruivo"

A história repetiu-se 40 anos depois em Maio de 2008. Modéstia à parte foi um prazer saber que tinham sido contratados seguranças da Prosegur, para me impedirem o acesso numa Assembleia da ISTCOOP. Contratados pela direcção com conhecimento da Mesa ou pelo menos do seu Presidente Horácio Fernandes.
Foi um prazer, que eu o "João da Ruiva" me tivesse encontrado numa situação idêntica ao "Daniel o Ruivo".
O argumento dado foi muito interessante, que eu tinha feito ameaças à direcção. Até hoje ninguém explicou quais eram essas ameaças.
É claro que eu sei quais são: burla, administração danosa, abuso de poder, abuso de confiança, etc. Que já estão no DIAP e na PJ.
Sim porque não adianta contratarem seguranças, porque eu vou continuar a dizer que os membros da direcção desbarataram ou antes roubaram mais de 200 000 euros. E não usaram apenas o fundo de construção que sempre souberam, apesar dos artifícios pseudo-legais, que não poderiam usar. Roubaram também o dinheiro da devolução do Anton e da Ana Guerra, porque esse dinheiro que foi devolvido pela Unioeiras era destinado a devolver aos cooperadores e não a pagar remunerações, donativos e despesas absurdas.
A mim ninguém me cala e o que eu quero saber é que actas é que já foram distribuídas aos cooperadores desde 2004. Aquelas que não convém que ninguém tenha conhecimento! Mas não se preocupem se não as distribuírem eu próprio as coloco aqui neste blog. Porque o direito à informação é um direito da Constituição da República e também do Código Cooperativo.
A propósito onde está a acta da Assembleia em que foram contratados seguranças para me impedirem a entrada e também para intimidar a Presidente do Conselho Fiscal. Onde está essa acta? Sabem que obstrução à justiça é crime ?
Como vários meses depois, a acta ainda não apareceu, apareci eu para denunciar mais uns ilicitozinhos...
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