
Apraz-me dizer a quem que se sente atingido por mim, que uso a liberdade de expressão para divulgar aos sete ventos as "atrocidades" de alguém sem escrúpulos:
Não há machado que corte
A raiz ao pensamento
Não há morte para o vento
Não há morte
Se ao morrer o coração
Morresse a luz que lhe é querida
Sem razão seria a vida
Sem razão
Nada apaga a luz que vive
No amor num pensamento
Porque é livre como o vento
Porque é livre
A sensura faz-me lembrar os idos tempos da Santa Inquisição e os mais recentes tempos que antecederam o 25 de Abril. Tempos idos meus senhores!
Dois coices de ano Novo
versos: Carlos de Oliveira
adapatado do site: http://sol.sapo.pt/blogs/talina/archive/2009/01/10/1035856.asp
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