segunda-feira, 6 de julho de 2009

Contador da vergonha











Este é o número de dias de desespero e de angústia dos dois cooperadores que desistiram, cerca de 2 anos e meio para um, 1 ano e nove meses para outro.
Aqueles que pensam que desistimos, enganam-se. Aqueles que pensam que não enviando nem as actas, nem informando sequer os membros do Conselho Fiscal do estado da cooperativa desenganem-se. Aqueles que pensam que tenho medo de tribunais, ou de inquéritos do ministério público desenganem-se. Só esta semana são 3 idas a tribunal, desde Lisboa a Almada passando por Cantanhede. Nos últimos 5 anos foram só cerca de 200 processos de “tribunal” que me passaram pelas mãos. E desenganem-se aqueles que espalharam informação chamando incompetente e ignorante à presidente do Conselho Fiscal, minha esposa, porque juntamente com os outros membros do Conselho Fiscal, descobriram a “marosca” e tentaram denunciá-la perante a cooperativa. Não resultou porque “a mesa” (palavras do seu presidente Horácio Fernandes) achou que o facto de ter sido gasto e o fundo de construção e as poupanças dos cooperadores desistentes não era motivo para assembleia extraordinária. Acharam que podiam fazer notas de culpas sumárias, porque os seus familiares e amigos, que nunca estiveram envolvidos num projecto estavam lá para votar e resolviam o problema. Ondem está um ano depois, as cópias das procurações, a lista de presenças na Assembleia ? Ou alguém não sabe contar, ou algo de muito grave se passa. Ainda esta semana um cooperador da “IST” Coop. Desconhecia que existiam dividas a cooperadores… Lindo !
Aqueles que pensam que ficamos indiferentes perante os "filhos ... " que ficaram com o dinheiro ou que o gastaram nas despesas mais absurdas desde altas-fidelidades, viagens para todos os gostos, financiamento de iniciativas pessoais, remunerações que agora eles próprios consideram ilegais, sabem que não nos calaremos nem ficaremos indiferentes perante os Srs. Gonçalo Cadete, Jacques Abreu da Costa, João Matela Luís, Paulo Ferreira que com a preciosa colaboração dos (ou pelos menos de alguns) membros da Mesa da Assembleia Geral.
Gastaram o fundo de construção porque era um proveito de relação com terceiros, agora parece que depois de gasto como proveito de relação com terceiros, em que se esqueceram de pagar os impostos, por isso agora já não é relação com terceiros, mas também não é fundo de construção porque vamos ver se a Unioerias tem de o devolver ou não!
A grande esperança do milagre da multiplicação do fundo de construção foi-se. Só quem é burro ou não se interessa, é que não sabe o que se passa na Unioeiras. Por isso desenganem-se aqueles que acreditam que vai haver dinheiro…

Nós por cá estaremos e por cá continuaremos !

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